Deficiência materna de vitamina D como risco potencial para o transtorno do espectro autista: revisão integrativa da literatura

Autores

  • Wilson Rodrigues Braz Centro Universitário Una de Bom Despacho http://orcid.org/0000-0003-4962-1927
  • Camila Medianeira Rodrigues Centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Carolina Batista Ribeiro Centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Larissa Aparecida Henriques Centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Lívia Poliana de Faria centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Eduardo Nogueira Cortez Centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Flávia Mesquita Costa Centro Universitário Una de Bom Despacho
  • Melissa Grazielle Morais Universidade do Estado de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.24862/cco.v17i3.1448

Resumo

Atualmente, existe uma grande busca nos campos da ciência e da medicina na identificação dos fatores de risco associados ao autismo, caracterizado por um distúrbio generalizado do desenvolvimento com etiologia desconhecida. Pesquisadores buscam elucidar a possível correlação de ocorrência do distúrbio simultaneamente com deficiências de substâncias essenciais ao neurodesenvolvimento, em especial durante o período de gestação ou ao nascer. Cientificamente, reconhece-se o papel da vitamina D para o neurodesenvolvimento. Assim, este trabalho teve como objetivo correlacionar a deficiência da vitamina D materna ao nascimento de uma criança com possível ocorrência autista. Realizou-se uma revisão da literatura com buscas nas bases de dados PubMed, Scielo, LILACS e Google Acadêmico, considerando estudos publicados de 2015 a 2020 utilizando como descritores: “transtorno do espectro autista”, “TEA”, “hidroxivitamina D”, “vitamina D” e “autismo”. Os dados mostraram que baixos níveis de vitamina D durante a gestação e também sua deficiência em crianças portadoras do TEA podem corroborar como risco negativo ao neurodesenvolvimento e, portanto, ter correlação como um fator de risco para desenvolvimento do espectro autista. Observou-se que a suplementação com vitamina D durante a gestação pode ser uma das alternativas viáveis, como medida profilática para que a criança não desenvolva o autismo, bem como a suplementação pode amenizar os sintomas caso a criança já tenha desenvolvido a patologia, porém, os aspectos toxicológicos devem ser considerados. Mais estudos devem ser realizados para comprovar a eficácia da suplementação, a segurança toxicológica e a confirmação da correlação da deficiência e o desenvolvimento do autismo.

 Palavras-chave: TEA; hidroxivitamina D; gravidez.

 

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Biografia do Autor

Wilson Rodrigues Braz, Centro Universitário Una de Bom Despacho

Pesquisador área de materiais nanoestrutesdos à base de sílica para bioaplicacoes.

Área Química Inorgânica/Materiais 

Tecnologia Farmacêutica e Controle de Qualidade

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Publicado

2022-12-22

Como Citar

Braz, W. R., Rodrigues, C. M., Ribeiro, C. B., Henriques, L. A., de Faria, L. P., Cortez, E. N., … Morais, M. G. (2022). Deficiência materna de vitamina D como risco potencial para o transtorno do espectro autista: revisão integrativa da literatura. Conexão Ciência (Online), 17(3), 79–97. https://doi.org/10.24862/cco.v17i3.1448

Edição

Seção

Revisão de Literatura