Características clínicas e epidemiológicas de recém-nascidos e mães diabéticas
DOI:
https://doi.org/10.24862/cco.v12i2.512Resumo
Estudo do tipo retrospectivo e documental com abordagem quantitativa, com o objetivo de descrever as características clínicas e epidemiológicas de recém-nascidos de mães diabéticas usuárias da atenção terciária. Foi realizado no Hospital Geral Dr. César Cals, Fortaleza-CE. Foram analisados 400 prontuários e após aplicados critérios de inclusão e exclusão, findou-se em 36 prontuários. A análise estatística foi realizada através do programa SPSS versão 21.0. Foi considerado o nível de significância de 5% (0,05) para todos os testes empregados. Após análise dos resultados, do total das mulheres com DMG, a idade varia de 27 a 37 anos. No momento do parto 6 (16,7%) das mulheres tiveram partos pré–termos, 30 (83,3%) partos termos. Quanto ao recém-nascido, na escala de Apgar, na segunda avaliação houve prevalência de 35 (97,2%) sem asfixia e 1 (2,8%) risco de asfixia leve. As complicações encontradas foram: hipertensão arterial sistêmica; síndrome hipertensiva específica da gestação; infecção do trato urinário; macrossomia fetal e intercorrência parto-puerpério. Diante do exposto, constatou-se que o início do pré-natal deve ocorrer precocemente e que as mães com DMG devem ser encaminhadas para o serviço especializado a nível terciário para um atendimento adequado evitando complicações materno-fetal.
