Comportamento da variabilidade da frequência cardíaca em teste com cargas progressivas

Autores

  • Alan Peloso Figueiredo Centro Universitário de Formiga MG, Universidad del Pacífico

DOI:

https://doi.org/10.24862/cco.v11i1.341

Resumo

A gama de modificações fisiológicas que ocorrem durante e após a prática do exercício físico é ampla. Sendo assim, faz-se necessário uma compreensão mais ajustada e precisa das variáveis fisiológicas relacionadas ao exercício físico. Foram pesquisadas 150 universitárias em um teste de cargas progressivas em esteira. O teste realizado foi o de carga progressiva em esteira até a fadiga medida pela percepção subjetiva de esforço. Através da análise estatística detectou-se um p<0,05 com diferenças estatísticas significativas entre  5 a 10km/h quando analisada o comportamento da variabilidade da frequência cardíaca. Apresentou-se também uma forte correlação negativa quando comparadas a variabilidade da frequência cardíaca  e a percepção subjetiva de esforço com um valor  de P<0.0001 e r -0,9901. O presente estudo mostra uma atividade simpática diminuindo consideravelmente a VCF nos primeiros estágios do teste de cargas progressivas. Mecanismos fisiológicos podem explicar isso parcialmente. Nas cargas iniciais do teste o sistema parassimpático começa a ser inibido devido à região bulbar e aumento concomitante do sistema simpático. A pesquisa demonstrou que a VFC sofre adaptações e acabam por diminuir o intervalo R-R, quando os esforços físicos vão ficando mais intensos. Tais adaptações sofrem grande influência do sistema nervoso autônomo simpático.

Palavras-Chave: Variabilidade de Frequência Cardíaca. Percepção subjetiva de esforço. Teste de Cargas Progressivas. Escala de Borg.

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Biografia do Autor

Alan Peloso Figueiredo, Centro Universitário de Formiga MG, Universidad del Pacífico

Professor de educação Física, Mestre em Biotecnologia e Doutorando em Motricidade Humana

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Publicado

2016-08-26

Como Citar

Figueiredo, A. P. (2016). Comportamento da variabilidade da frequência cardíaca em teste com cargas progressivas. Conexão Ciência (Online), 11(1), 107–111. https://doi.org/10.24862/cco.v11i1.341

Edição

Seção

Artigos Originais