A contaminação algorítmica do mundo da vida

uma patologia social das mídias digitais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24862/rcdu.v17i2.2469

Resumo

O presente artigo analisa a colonização do mundo da vida pelas mídias e plataformas digitais de propriedade das big techs. Emprega o método hipotético-dedutivo em análise bibliográfica. Identifica que a colonização sistêmica ocorre quando o mundo da vida é erodido e as relações comunicativas são substituídas pela mediação do poder e do dinheiro, o que faz com que os agentes atuem visando seu próprio sucesso. Compreende que as big techs empregam recursos estratégicos para obtenção e comercialização de dados, suplantando a própria capacidade de aceite do usuário, o que se dá pelo design manipulativo das próprias plataformas. Analisa que a solução perpassa pela regulamentação das big techs e pela promoção do letramento digital. Ao final, conclui que é necessário elaborar uma legislação com amplo debate público para assegurar a proteção do usuário, que também é consumidor das plataformas digitais.

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Biografia do Autor

Carlos André Maciel Pinheiro Pereira, Universidade Federal de Campina Grande

Doutor em  Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Professor Efetivo do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).  Membro da Associação Norte-Nordeste de Professores de Processo (ANNEP) e do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP).

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Publicado

2026-08-22

Como Citar

Pereira, C. A. M. P. (2026). A contaminação algorítmica do mundo da vida: uma patologia social das mídias digitais. Revista Do Curso De Direito Do UNIFOR, 17(2), e262469. https://doi.org/10.24862/rcdu.v17i2.2469

Edição

Seção

Edição Especial - Democracia e Big Techs: Guerra de Afetos em outros olhares