O conceito de produto essencial para fins de responsabilização do fornecedor em caso de vício

Autores

  • Fabricio Germano Alves Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN
  • Egle Rigel Gonçalves Ferreira Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN

DOI:

https://doi.org/10.24862/rcdu.v11i1.1149

Resumo

O presente estudo traz uma reflexão acerca do conceito de “essencialidade” aplicado aos produtos nas relações de consumo. Procura-se a definição de parâmetros que possam indicar quais produtos podem ser considerados essenciais no tocante à aplicação da responsabilidade do fornecedor por vício do produto prevista no art. 18, §3° do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990). Essa questão ainda suscita muitos questionamentos na atualidade, pois existe uma variedade de produtos cada vez maior que é disponibilizada no mercado de consumo. Uma melhor definição da referida essencialidade pode amenizar a situação de vulnerabilidade do consumidor perante o fornecedor. Para tanto, tem-se como objetivos a identificação do que deve ser considerado um “produto essencial”, juntamente com uma análise do caráter subjetivo da essencialidade do produto para o consumidor. A metodologia empregada define-se como pesquisa aplicada, com abordagem hipotético-dedutiva e qualitativa, com objetivo descritivo e propósito de propor avaliação formativa. Realiza-se uma pesquisa bibliográfica e análise jurisprudencial. Em suma, deve-se considerar essencial o produto que é imprescindível para o dia a dia do consumidor.

Palavras-chave: Essencialidade. Produtos. Relação de consumo.

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Biografia do Autor

Egle Rigel Gonçalves Ferreira, Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN

Advogado. Especialista em Direito Civil e Processual Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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Publicado

2020-06-03

Como Citar

Alves, F. G., & Ferreira, E. R. G. (2020). O conceito de produto essencial para fins de responsabilização do fornecedor em caso de vício. Revista Do Curso De Direito Do UNIFOR, 11(1), 147–169. https://doi.org/10.24862/rcdu.v11i1.1149

Edição

Seção

Artigos